James Suckling atribui entre 90 e 92 pontos a cinco tintos da Lavradores de Feitoria

O reputado crítico de vinhos norte-americano James Suckling provou diversos tintos da Lavradores de Feitoria e os resultados estão à vista, a começar desde logo pela colheita de 2016 do Três Bagos Grande Escolha Tinto, que ainda não chegou ao mercado, com a atribuição de 92 pontos e que o crítico descreve como um vinho polido, muito sedutor e que pode ainda permanecer mais algum tempo na cave do produtor duriense.

Também o Meruge Tinto 2017 recebeu 92 pontos e nele Suckling destaca os aromas de cerejas desidratadas, groselhas, praliné, folhas secas, pétalas de flores secas e especiarias. Apresenta corpo médio, taninos elegantes, frescura e boa acidez.

O crítico atribuiu ainda 92 pontos ao Quinta da Costa das Aguaneiras, o qual considera um tinto encorpado, com taninos firmes e mastigáveis. Um vinho rico e polido, que está pronto a beber, mas fará furor a partir de 2022.

Com 91 pontos, o Três Bagos Reserva Tinto 2017 apresenta aromas de amoras silvestres, violetas secas e azeitonas pretas, com notas de cogumelos e carne fumada. No palato, revela taninos firmes e elegantes integrados com uma boa acidez.

Finalmente o Lavradores de Feitoria Tinto, da colheita de 2018, James Suckling classificou-o com 90 pontos e descreve-o como um vinho suculento e saboroso, com aromas a cereja preta, violetas, ervas secas e ostras. Tem corpo médio, com taninos finos e firmes.

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Celebre o Dia Internacional do Vinho do Porto

Hoje, dia 27 de janeiro, celebra-se o Dia Internacional do Vinho do Porto, uma iniciativa criada em 2012 pelo Center for Wine Origins, uma instituição dos Estados Unidos da qual o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto faz parte.

O Dia do Vinho do Porto também é festejado a 10 de setembro, data em que foi criada aquela que é considerada a primeira região demarcada do Mundo – o Douro Vinhateiro, em 1756 pelo Marquês de Pombal.

O Vinho do Porto é um vinho natural e fortificado, produzido exclusivamente a partir de uvas provenientes da Região Demarcada do Douro. Apesar de produzida com uvas do Douro e armazenada nas caves de Vila Nova de Gaia, esta bebida alcoólica ficou conhecida como “Vinho do Porto” a partir da segunda metade do século XVII por ser exportada para todo o mundo a partir desta cidade.

O que torna o vinho do Porto diferente dos restantes vinhos, além do clima único, é o facto de a fermentação do vinho não ser completa, sendo parada numa fase inicial, através da adição de uma aguardente vínica neutra. Assim o vinho do Porto é um vinho naturalmente doce e mais forte do que os restantes vinhos.

O Vinho do Porto tem uma enorme diversidade de tipos, são eles o Branco, o Ruby o Tawny e o Rosé, que surpreendem pela riqueza e intensidade de aromas incomparáveis.

E como o Vinho do Porto é para saborear sempre, nomeadamente em momentos de comemoração, a Vinicom convida-o a aproveitar as oportunidades em que ele próprio é comemorado, de forma especial.

Participe no passatempo que está a decorrer no nosso instagram @_vinicom_ até dia 31 de Janeiro e habilite-se a ganhar uma garrafa de Blackett Tawny Reserve ou Meandro Finest Reserve, das 12 que temos para sortear.

Ou faça a sua encomenda AQUI.

Meruge Branco 2018 recebe 93 pontos de James Suckling

O reputado crítico de vinhos norte-americano James Suckling atribuiu 93 pontos ao Meruge Branco 2018 e destacou-o numa lista de onze empolgantes brancos de Portugal à venda nos EUA por menos de 40 dólares.

No artigo publicado no site do crítico, disponível AQUI, este vinho da duriense Lavradores de Feitoria é descrito como um «belíssimo vinho, muito rico e complexo, com presença vincada de limão, mel, alguma manga desidratada e um toque de nata e praliné. É encorpado, apresenta uma textura envolvente e cremosa e um final de boca muito saboroso».

Na opinião de James Suckling, é um branco pronto a beber, mas que promete evoluir em garrafa, recomendando que se guardem algumas garrafas para “testar” ao longo dos anos.

De recordar que o Meruge Branco 2018 é um monocasta de Viosinho, de vinhas com mais de 50 anos, fermentado e estagiado em barricas de carvalho português. Pode ser adquirido no nosso website AQUI.

Três Bagos Grande Escolha Tinto em destaque no The Wine Show

O vinho Três Bagos Grande Escolha Tinto, da Lavradores de Feitoria, foi um dos protagonistas da terceira temporada do The Wine Show, o famoso programa de televisão apresentado pelos especialistas em vinhos Joe Fattorini e Amelia Singer, e que conta com a participação de quatro atores e entusiastas de vinhos: Matthew William Goode, James Purefoy, Matthew Rhys e Dominic West.

A nova temporada estreou no passado Sábado, no 24Kitchen Portugal, e a Lavradores de Feitoria esteve representada pela CEO, Olga Martins. Uma experiência que se tornou ainda mais arrebatadora na hora de Joe Fattorini eleger o vinho que representa o futuro do vale do Douro. De entre três vinhos do Douro, o Três Bagos Grande Escolha Tinto foi o eleito para integrar a caixa que vai representar o melhor desta temporada em vinhos.

Lançada a colheita de 2016 do Três Bagos Colheita Tardia

Depois das colheitas de 2010 e 2011, chegou agora ao mercado o tão aguardado Colheita Tardia 2016 da Lavradores de Feitoria. Trata-se de um vinho branco, de doçura requintada, muito peculiar na produção e que foi criado para colmatar a ausência de um vinho de sobremesa no portfólio da Lavradores de Feitoria.

O Três Bagos Colheita Tardia 2016 é exclusivamente feito da casta Sémillon, sendo os cachos colhidos posteriormente ao habitual tempo de vindima quando as uvas estão botrytizadas, ou seja, atingidas pela chamada podridão nobre. Passou por uma fermentação cuidada e a baixas temperaturas, seguida do estágio em barricas de carvalho francês durante um ano.

Apresenta cor palha dourada viva e brilhante, aroma bastante exuberante, com notas cítricas, nuances de figo, mel e algum alperce, e um paladar muito agradável, fresco e cheio.

O Três Bagos Colheita Tardia 2016 é uma edição limitada de 3.140 garrafas e já está disponível na nossa Loja Online.

Mionetto cresce em Portugal

Suntuosa e rica em tradição, a Mionetto fica no coração da privilegiada região do Veneto, Valdobbiadene, onde produz os Proseccos mais conceituados de Itália, há mais de 110 anos. A sua filosofia tem por base a generosidade, o equilíbrio, a luz e a harmonia, refletidos em cada etapa da produção dos seus produtos.

Sérgio Mionetto, neto do fundador da empresa, Francesco Mionetto, é o enólogo responsável por reproduzir o legado da sua família, conjugando a tradição com a exclusividade do espumante Prosecco.

O Prosecco da DOC Treviso, elaborado pela Mionetto, revela uma singular união de equilíbrio e frescura. O leve aroma a maçã, as notas florais e os toques cítricos marcam a sua identidade refrescante e delicada. O cúmplice ideal para acompanhar entradas, saladas ou pratos de peixe e frutos do mar.

São Martinho combina tão bem com vinho

No dia 11 de Novembro celebra-se o Dia de São Martinho e tal como diz o ditado popular “No Dia de São Martinho, come-se castanhas e bebe-se o vinho”.

O magusto reúne família e amigos à roda da fogueira onde se assam as castanhas e bebe-se o vinho novo, produzido com a colheita do Verão anterior. A castanha por ser um fruto seco estabelece um equilíbrio harmonioso com vinhos refrescantes, com uma boa acidez e ligeiramente adamados.

Para quem pretende desfrutar de um dia memorável e em convívio, apresentamos algumas propostas de vinhos para fazer o magusto em pleno.

• Blackett Tawny Reserve: um Porto que revela aroma intenso a especiarias e frutos secos, mostrando-se na boca encorpado, complexo e muito persistente.

• Bojador Vinho de Talha Tinto: vinificou pelo processo tradicional em talhas de barro e sem controlo de temperatura, revelando grande frescura e mineralidade.

• Capela Tinto: um blend de Trincadeira, Alicante Bouschet e Touriga Nacional com aroma a fruta equilibrada com notas balsâmicas e harmonioso na boca.

• Meandro Finest Reserve Ruby: aroma a chocolate negro, frutos negros, frutos secos, tudo envolto em notas de fumo e tostadas. Na boca é potente e encorpado.

• Meruge Branco: vinho duriense com aromas de fruta fresca com algumas nuances de baunilha e frutos secos. Na boca, é fresco e com bom equilíbrio entre estrutura e acidez.

• Opção Colheita Tardia: no nariz é bastante exuberante com aromas a compotas e figos maduros. Na boca apresenta-se redondo e cheio com uma excelente acidez e vivacidade.

• Paço de Teixeiró Branco: vinho verde elaborado com as castas Avesso e Loureiro e que exibe aroma vivo e fresco. Na boca é vibrante, elegante e com acidez bem equilibrada.

• Quinta do Côtto Tinto: aroma a frutos silvestres, notas de bosque, subtil especiaria e ligeiro floral. Na boca apresenta-se elegante e equilibrado, revelando boa estrutura.

Vinhos para o Outono

Entrámos na época do ano em que as folhas das árvores (e das videiras) caem, as temperaturas começam a descer e o aconchego de umas roupas mais quentes é muito desejável: o Outono.

Também o perfil dos vinhos consumidos nesta época de transição começa a mudar com a preferência por brancos mais complexos e tintos já com alguma estrutura. Deixamos-lhe quatro sugestões de vinhos brancos e outras tantas sugestões de tintos que encontra na nossa Loja Online e que são ideais para a mesa, para momentos de convívio ou para desfrutar no conforto do seu lar.

• Paço de Teixeiró Avesso: monovarietal desta casta típica da região dos Vinhos Verdes, destaca-se no nariz pela sua mineralidade e pleno de elegância e equilíbrio na boca.

• Meandro Branco: blend duriense que combina a acidez vibrante do Arinto com a fruta viva do Rabigato num conjunto que surpreende pela densidade e frescura.

• Opção Avesso Reserva: outro monocasta de Avesso que passou por estágio em barricas de carvalho francês resultando num vinho encorpado e complexo.

• Herdade da Capela Grande Reserva Branco: Antão Vaz, Arinto e Verdelho são as variedades que dão origem a este alentejano elegante e do qual se espera alguma longevidade em garrafa.

• Tangente Tinto: do Baixo Alentejo sugerimos este blend de Aragonês, Alicante Bouschet e Syrah num conjunto muito agradável, intenso, mas equilibrado.

• Terras de Stº António Touriga Nacional: da casta-rainha do Dão surge este vinho que combina notas florais com fruta madura, mostrando-se envolvente, aveludado e com taninos finos.

• Lavradores de Feitoria Tinto: a conjugação das variedades típicas do Douro originou um vinho saboroso, com taninos macios, acidez equilibrada e muito frutado.

• Bojador Tinto: outro vinho alentejano que se apresenta exuberante no nariz revelando na boca taninos redondos e bom volume.